Espetáculo Epifania

ESPETÁCULO EPIFANIA
Apresentação de Danças Árabes, Tribal e Fusões.
Dia 18/11 as 19:00 horas
No Cine Santana
Av. Rui Barbosa, 2005 - Santana - SJCampos
Ingressos e informações: (12)98282-9642


espetáculo epifania

NOVA TURMA DE DANÇA DO VENTRE - INICIANTE MANHÃ

Dança do Ventre em São José dos Campos

Estamos iniciando uma nova turma de:
Dança do Ventre - Iniciante
Na próxima Sexta-Feira as 08:30hrs

- Para mulheres de todas as idades
- Melhora a auto-estima
- Evita a Depressão
- Ajuda no pré e pós parto
- Diminui efeitos de menopausa e TPM
- Fortalece a Feminilidade

Aproveite para vir fazer a sua aula demonstrativa gratuita!
Agende pelo whatsapp 12.982829642

Dança do Ventre, remo e pets ajudam pacientes com câncer

POR LEONARDO FUHRMAN - FOLHA DE SP
14/01/2018

Os já famosos palhaços que fazem pacientes com câncer sorrir ganharam novos aliados. Hospitais têm apostado cada vez mais em formas variadas de reduzir os impactos do tratamento e melhorar a qualidade de vida e a autoestima dos doentes. Entre os exemplos estão aulas de dança do ventre, prática de remo, visita de animais e jogos, como o videogame.

DANÇA DO VENTRE
"A humanização do tratamento melhora as condições do paciente e ajuda tanto ele como seus familiares e amigos próximos a enfrentar a doença", diz a oncohematologista e oncologista clínica do Hospital Sírio Libanês Andréa Shimada.

Essa alegria pode estar em uma atividade que a pessoa nunca teve a oportunidade de fazer. É o caso de Luciana Lopes, 50 anos, e a dança do ventre. Em tratamento de um câncer de mama com metástase há oito anos, Luciana aprendeu a dança no hospital Pérola Byington.

"Gosto de dança desde menina, mas só pude começar a me dedicar aqui no hospital", diz. "É uma terapia que me faz esquecer os problemas." Ela passou a participar de outro grupo da dança em um posto de saúde perto de casa. "Às vezes me pego dançando sozinha."

Aulas de Dança do Ventre no Jardim das Indústrias


“Dançar é deixar a alma livre para que escreva poesia com o corpo.”

A Dança do Ventre, até onde se sabe, remonta a tempos ancestrais. Há registros em cavernas de mulheres dançando com o ventre à mostra, enquanto os homens dançavam para obter favores da Natureza, como chuva e caça. Esta coreografia, portanto, é a dança feminina mais antiga de que se tem notícia. Ela pertence à era do Matriarcado, provavelmente adotada em rituais sagrados ligados ao culto da Deusa-Mãe, e destinada exclusivamente às mulheres.


Há polêmicas ainda sobre o nascimento desta dança, que em sua expressão primordial era bem diferente da que hoje nós conhecemos. Sua jornada pelo tempo-espaço parece incluir passagens pelo Antigo Egito, Babilônia, Síria, Índia, Suméria, Pérsia e Grécia. Seus movimentos simulavam as contrações do parto, treinando assim as mulheres para se tornarem mães, e ao mesmo tempo atenuando as dores da menstruação. Havia também outra finalidade, a de reverenciar a Deusa Maior, a Natureza, para assim estimular sua fertilidade, e conseqüentemente a obtenção do sustento provindo do seio da terra.